O primeiro ensinamento do Buda após sua iluminação foram as Quatro Nobres Verdades e o Caminho Óctuplo. Esse é o caminho prático proposto pelo Buda que pode nos ajudar a remover o sofrimento. Um caminho de oito passos, onde cada passo se conecta com o seguinta em um círculo virtuoso. Podemos começar por qualquer um dos passos.No vídeo sugerido dessa semana (clique aqui) a irmã Dang Nghiem nos ensina esse lindo caminho. O sofrimento pode ser transformado, a felicidade pode ser cultivada. Isso é importante: a felicidade não é uma dádiva, é uma prática, sempre nos lembra Thay. Entender e praticar o Nobre Caminho Óctuplo é uma das maneiras de cultivarmos a felicidade e transformarmos nosso sofrimento: transformar a lama em lótus.
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Nós sabemos que em nosso corpo, em nossa consciência, existe aquela sabedoria que chamamos de "a sabedoria do não-discriminação." Nós a possuímos, temos essa semente de sabedoria dentro de nosso corpo, dentro de nossa consciência. Nós podemos desenvolvê-la, a fim de ter a sua orientação em nossa vida diária.
Estar plenamente consciente de todo o corpo é uma prática muito importante. Estar plenamente consciente de todo o corpo e acalmar todo o corpo — ou estar plenamente consciente de toda a formação física e acalmar toda a formação física — é de grande importância.
Alguém fez a seguinte pergunta: "O que faz de alguém um pai ideal? Poderia, por favor, descrever-me o que é um pai ideal? Apresente um pai ideal.” Outra pessoa responde: "Um pai ideal é alguém que ama a mãe dos seus filhos e sabe como fazê-la feliz." Que resposta tão simples, tão fácil, mas, ao mesmo tempo, tão profunda! Do que precisa uma criança?
Como reconciliar a disparidade de ser apegado a alguém que temos afeição e, portanto, favorecer sua vida pela de outra pessoa. Se estivessemos caminhando com um monge pela floresta e esse monge fosse atacado por um animal, se impedíssemos, e talvez tivessemos que matar o animal, isso seria discriminação? Como reconciliar essa disparidade?
O vício não se resume apenas às drogas, o objeto da nossa dependência. Ele envolve uma imagem muito maior que se forma em nós. Famílias e amigos estão frustrados, talvez até tenham se afastado. Talvez tenhamos perdido o emprego, o casamento, a carreira, a confiança em nós mesmos, na nossa capacidade de cuidar de nós mesmos, de lidar com as dificuldades da vida. É um fardo enorme.
Estamos sofrendo, e você tem alimentado seu sofrimento. Você consumiu de uma maneira que mantém o sofrimento vivo por muitos meses. Se você olhar profundamente para a natureza do seu sofrimento identifica a fonte de comida que usou para alimentar sua depressão.
No vídeo sugerido dessa semana (
O vídeo sugerido dessa semana (
O vídeo sugerido dessa semana (
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Você tem uma ferida na alma, na consciência. Pode sentir desespero, muita injustiça, muita raiva. Se você está profundamente ferido e quer se curar, a cura é possível com a prática de parar.
Você está preso na prisão do passado, na prisão do futuro, nas suas preocupações, e por isso não consegue tocar a realidade como ela é. Você que não está disponível, e por isso não tem liberdade. A prática da atenção plena e da concentração te ajuda a sair da prisão para que você possa tocar a realidade como ela é.
No vídeo dessa semana (
No vídeo dessa semana (
Dentro de cada um de nós, há dois desejos profundos. Quando estes dois desejos profundos são satisfeitos, sentimos muita alegria e muita felicidade.
Aprendemos no budismo que existem 4 tipos de nutrientes. Alimentos comestíveis, impressões sensoriais, volição (nosso desejo mais profundo) e consciência. POdemos nos alimentar tanto da nossa consciência individual e da consciência coletiva.
Thich Nhat Hanh nos sugere essa semana o exercício praticar o reconhecimento de uma formação mental, o sentimento que é doloroso. Sentimentos ou emoções como a tristeza, ou medo, ou raiva. Um bom praticante saberá o que fazer e o que não fazer quando um sentimento doloroso se manifesta.
No primeiro vídeo desse ano (
No último vídeo desse ano (
No vídeo dessa semana (
Quando temos uma grande emoção, como o desespero, o medo, a raiva e o ódio — essas emoções incendeiam-se como fogos que queimam e destroem o nosso corpo e a nossa mente. Sentimos que estamos morrendo. Não conseguimos suportar. Quando uma grande emoção ou um grande sentimento nos invade, nos abalando, sofremos imensamente porque é uma sensação dolorosa.
Essa semana (
No vídeo dessa semana (
O monge Phap Dung no vídeo dessa semana (
Thich Nhat Hanh no vídeo dessa semana (
Sugerimos para você essa semana um vídeo (
No vídeo desse semana (